quinta-feira, dezembro 28, 2006

2006?! REPEAT, please!

Este ano é pra ser lembrado, relembrado, visto e revisto e se possível revivido.


2006 foi um ano mágico em vários sentidos. Muitas coisas continuam aqui, a saudades de quem se foi e não vai me dizer nunca mais num domingo a tarde "cheguei". Alguns medos, vários desejos, muitos sonhos. Cresci, mudei, aceitei coisas novas na minha vida e expulsei coisas antigas.ahhh. é foi isto.

saudades a explorada [interna]
~
PUTAQUEPARIU!

quinta-feira, dezembro 21, 2006

PASSEI, MANÉ!

Amo ter blog, porque posso externar alegria e pregar letras nela.

PASSEI. Graças ao conselho, graças a 'Deus', graças a você e a mim!

AHÁ! Não mais escola, chega. Acabou! Facú ou que for ano que vem.

Além de externar felicidade ainda posso falar que não gostei dos cds novos da Ana Carolina, vai ver até mudo de opinião. Porque eu posso mudar o quanto quiser e foda-se.

AHÁ! Que venha a merda do natal, odeio.
Não gosto, nunca gostei e chego a gostar ainda menos de uns 2 anos pra cá.

quarta-feira, dezembro 20, 2006

METABOLISMO

Meu problema deve ser meu metabolismo. Ele tá trabalhando muito rápido e ocupando cargos que não são dele. Tô queimando vida, queimando pessoas, queimando etapas.
Fazendo tudo. Fazendo tudo errado, talvez, mas fazendo.
Metabolismo desenfreado, vida desenfreada.
Troquei o que poderia ser alguma coisa um dia. Por uma aventura que tá predestinada a parar num começo bom. Não tem futuro. Talvez, EU não tenha futuro.

O que me deixa feliz é que tive um hoje bom. Melhor amiga, filme bom, confuso, estranho.
Hmmm... Nós?! Amigas, confusas, as duas em merdas distintas..
Amigas pra sempre. Uma das únicas certezas de agora. AMO AMO AMO AMO.


O mesmo frio na barriga!?
Duas vezes. Num mesmo dia. Por duas pessoas distintas.


CHEGA!
Ui.

sábado, dezembro 16, 2006

Meu Deus, SOCORRO!
CONFUSED

Eu só causo. Só causo. E não me contento de ter a minha vida uma confusão do inferno. Ainda fodo a vida alheia.
Se você é meu amigo. Mantenha distância, eu sou um perigo para mim e para os outros.
E nunca em hipótese, entre na minha onda.

CARALHO, tenho culpa até quando não existem culpados.

Confused. Confused. Confused.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

CHEGA

Juízo. Cadê você?!

terça-feira, dezembro 12, 2006

DESISTIR DÓI MAIS

Que venha a mim os batalhões. As pessoas montadas na censura. As pessoas moldadas por todos os convencionalismos baratos que eu repugno. Pessoas que tem sempre um olhar cheio de medo. Pessoas que são felizes vivendo o nosso amanhã monótono, quando temos um hoje adolescente esperando aí fora para ser vivido.
Não pulo etapas, nem pescoços. Não coleciono corações partidos, porque o meu neste estado já vive de bom grado. Não sou nada demais para ninguém, e não me importo com isto. Sou demais para mim. Meu umbigo me consome, dá um trabalho danado olhar pra ele, pensar nele, escrever dele. Mas, quase nunca falar dele. Não gosto de falar de mim. Prefiro os outros.
É nos outros que vejo o olhar que eu tenho e nego. É nos outros que está a censura, que venho abafando em mim. É aonde ficam as maldades infinitas, é muito querer viver esta vida como se fosse a única?! É muito ter 17 e sair por aí experimentando sensações, gostos e sentimentos
Flerto com a vida, tentando conquista-la. Flerto, com o sol querendo te-lo para sempre. Flerto com a sombra, pedindo proteção eterna. Flerto com a brisa, pedindo pra ela bater no momento certo. Flerto, com você pensando no que poderia ser.
Seguro minha onda. Arrumo o passado e vivo um presente bom. Me sinto superior, por ter conseguido o que queria. Te olhar e dizer zero a zero, porque é assim que estamos. Ver você fazer piada, com ter ficado de mal e perceber que você tem mais noção de tempo do que eu. Pra mim, foi 1 ou 2 meses no máximo, mas você diz ter sido mais. Não marco o tempo, porque desde então nenhum dia tem sido igual o outro.
Desapaixonei por você e pela possibilidade de me apaixonar de novo. Ou melhor, arrumo paixões que duram o nascer do dia. Ocupar a cabeça vazia, medrosa, inquieta.
Ando nas ruas procurando alguma coisa que me falta. As vezes, acho que encontrei. Mas, quando tudo clareia foi só mais uma tarde*noite de alegria falsa. Olho nos olhos do mundo e procuro o olhar que faz diferença. Procuro as piadas que me fazem rir, mesmo que a muitos km de distância.
Passo momentos bons no msn, no ônibus, na vida.Só que momentos bons já não são suficientes. Não quero calma, não quero paz, não quero censura, não quero certezas, não quero vida estável, não quero minha mãe sempre enchendo meu precioso saco.
A calma me desespera, começo a viver num campo minado esperando a hora de tudo começar a dar errado, porque tudo dá errado sempre, é a lei da vida. Alguém já conseguiu ser feliz anos a fio?
A paz me leva a calma e a calma me desespera.
A censura me enfurece. Dá aquela vontade de sair por aí mordendo o mundo por querer me prender em convenções. Quero prisão suja, quero luta, quero dor e compaixão. Não, não quero compaixão. Quero viver, sem faixas pretas, sem pi's na tv, sem delay, sem pessoas chatas e certinhas demais.
As certezas me dão calma. E viver com calma, me acomoda. Não quero acomodar num emprego bom. Pagar toda a minha bela faculdade de jornalismo, para depois ter medo de abandonar o trabalho bom e voltar no tempo, como estagiarizinha escrava. A vida é feita de escolhas, e eu tenho medo das minhas. Eu sou, uma piada sem graça.
Minha mãe corta meus sonhos, diminui o meu passo, me prende no mundo dela, que eu acho horrível. Me mostra o quanto o dinheiro conta, o quanto ela precisa desesperadamente dele. O quanto a vida dela é chata, mostra como eu preciso fugir. Sair da minha cômoda casa, cômoda vida, cômodo quarto, cômodo dinheiro, cômodas músicas tocando num compasso rápido.
Estabilidade é uma certeza que me dá calma.
Enfia a calma no seu mundinho. Enfia a censura lá também. Enfia a estabilidade, doses de pessoas certinhas e se tem este teatro de arena que chamamos de vida.
Vamos todos parar de fingir que tá tudo bem?? Que não existe medo. Que não existe dor. Que não existe vergonha. Que não existe pudor. Que não existe hipocrisia.Viver dói. Pensar dói. Sentir saudades dói. Roubarem a vida de quem se ama, dói.
Mas, desistir dói mais.


Sessão parabéns aberta:
Acredito que um dia todo mundo encontra uma pessoa para amar e admirar incondicionalmente. Que não entre na roda a família. E eu encontrei cedo. Fizemos várias coisas juntas. Um técnico que as duas odiavam [tá, eu odiava mais, odiava também aquelas pessoas que viam aquilo como um bolo de chocolate, mané computador não é um bolo de chocolate]. Algumas festas. Primeiro porre, último dia em porto. E alguns depois deste. Você já me xingou, mas sacou que eu já tenho mãe e não preciso de outra, melhor ser minha amiga como só você sabe. Fomos para porto, você odiando tudo e querendo vinho sempre. E eu não ligando pra nada e querendo qualquer coisa sempre. Beber na praia no meio do nada, pensando em como tudo foi bom. Você me zoando eternamente, e me difamando com histórias da piscina. Bom gosto, cheia de cultura pop. Me ensinou tanta coisa, que poderia ficar o dia aqui enumerando. Mas, sei que é desnecessário porque nos duas sabemos o quanto tudo foi foda e vai continuar sendo. Ainda iremos muito praquela paulista, beber na augusta, ainda te levarei no sodoku pra te aguentar reclamando que é longe que não gosta de açaí e lalalala.
Puts, agora "de maior" vai jogar fora o rgzinho maroto que fizemos pra pegar pulseirinha no Motomix. haha! Claro que o meu tá melhor, e vou usar mais alguns meses :
Ouvindo ~ The Strokes
MUSE

Meu dia melhorou 12123121213% por causa de uma coisa aih que aconteceu. Até me animei e fui comprar um mouse novo, olha que tava quase acostumando com o alt+tab.
Já que o dia melhorou o stress passou. Mas o tédio, este tá aqui com força total. Acabou o colégio [ainda tem o conselho, eu sei]. Agora preciso de um trabalho, tô aceitando quase qualquer coisa. Se ganhar mal e for legal ou se ganhar bem e for chato.
Vou fazer um currículo público, porque eu não tenho nada o que fazer mesmo. Começando, não sei cozinhar, lavar ou passar. Logo, casa de família não rola. Sei atender telefone, digitar rápido sem olhar, hmmm, umas 500 palavras por minuto [exagero astronômico], daria uma ótima secretaria. Meu inglês é ruim, mas com uma força ele sai. Eu escrevo, mal ou bem, depende da perspectiva, escrevo tudo até em bula de remédio. Tenho faro para paixonitis complexas e complicadas, isto me daria trabalho?! hm... não.
Ahhhhh, se você for uma pessoa bem legal e tá procurando diversão. Deixa um comment, com seu nome, idade e msn. Se te achar interessante te add. Hahahahaha! DIVERSÃO pura.
Por que todos meus amigos me abandonam e ficam fazendo vestibular durante a SEMANA!? Me diz. Por que a gorda vai fazer vestibular no dia do niver dela?! E eu não consigo contar pra ela como meu dia foi salvo.

Tá, eu já tenho o endereço que queria, isto e o níver da gorda são o que importa hoje. Vou continuar ouvindo muse alto, enquanto como minhas misérias.

Ouvindo ~ Muse [tá, já falei]
ALT + TAB


Me diz, quem sou eu? Quem é você? Quem é aquele ali ajoelhado, pedindo perdão por ser o que querem que ele seja, pedindo perdão a si por não ouvir os seus berros. Quem é você, ai sentado lendo as merdas que escrevo? Quem sou eu, sentada escrevendo merdas.
É a terceira vez que começo este texto. E apago tudo. O
professordequimica /pastor/expolicial/expedreiro/fdp jogou minha vida na mão do conselho. Tenho culpa que não tenho vocação pra cálculos, formulas, cadeias, radicais e este monte de coisa que não vou usar pra nada mesmo. Passei em dois vestibulares usando lógica na parte de exatas, porque acho que isto que deveriam ensinar e ter na escola, lógica. Raciocina comigo. Pra que aprender tanta merda, se eu só vou usar história a parte que me interessou estudar, a parte política e a inquisição. Geografia é útil, em partes, que se foda o relevo quando você esta andando, a maior oscilação é uma montanha que pouco importa saber a vegetação. Matemática, pera aí, quando eu estiver no vermelho sem um puto pra comprar leite [no plano das ilusões] vou parar pra tirar a matriz da minha conta fodida de alguém burra que não soube escolher uma profissão lucrativa. Química, opa pera ae, quando eu for entrevistar um prêmio Nobel em química [?] vou perguntar pra ele se não tinha tv em casa, como alguém estuda esta merda por livre e espontânea vontade. Física, um amigo que faz física na unicamp disse que você vai surtando e achando lógica até no M do mcdonald's, se nada der certo vou fazer física nuclear na usp e surtar de vez.
O texto tá cansativo? E quem tá pedindo pra você lê, amigo. Entra num site pornô e divirta-se e não vem encher meu saco. Porque ele tem mais do que cheio já. Pra coroar, a maré de sorte, quebrei meu mouse. Muitos Alt+tab depois, eis aqui.

Ouvindo ~ Placebo

sexta-feira, dezembro 08, 2006

ACHO QUE SOBREVIVEREI


Cheguei a mais um fim e acho que sobreviverei. Dói. Bate a insegurança. Dá medo. E aquela pontada de nostalgia. Um monte de gente sei, nunca mais verei. Um monte de gente, não importa não mais ver. E um monte de gente, queria levar pra uma casa no meio do nada com uma fonte de álcool e ficar lá até ficar mega velha. Ir a cidade só conhecer mais gente, e dar um tempo da casa segura. Porque segurança me enche o saco. Pessoas que tem de ter segurança sempre, me enchem o saco. Gente que vira vegetariana porque tem dó dos bixinhos, me enche o saco. Gente que tem aquele arzinho 'sou falsa, sou falsa' mas todos aclamam como salvadores da simpatia no ser humano, me enchem o saco. Pessoas fofas me enchem o saco. Pessoas lerdas me enchem o saco. Gente que se acha cool me enche o saco. Fãs de los hermanos me enchem o saco, e eu gosto pracaralho da banda. Muita, mas muita gente me enche o saco. E nestes anos, encontrei pessoas que não me enchem. Que são iguais ou piores do que eu. Que falam, gritam, berram, ou ficam quietas mas não tem aquela ar tô no mundo a passeio.
Finais de um certo modo me deixam feliz. Mostram como tudo foi bom. Quanto cada coisinha, valeu a pena. Cada palavra que calei. Cada coisa que falei e na hora me trouxe problema. Cada medo, cada pensamento, cada vez que me podei e quem me conhece sabe o quanto é difícil. Cada vez que eu revoltei com um olhar de censura. Cada olhar de censura que aceitei. Cada pessoa que conheci. Cada um de um jeito diferente e especial, estará comigo pra eternidade.
O mundo poderia ter congelado nesta tarde. Nos meus amigos correndo nas externas, cada neguinho jogado na grama vendo tudo girar. Cada risada, todas as vergonhas que fiz todos passarem. Cada loucura.
Descobri como uma sala de 40 alunos me vê. Do contra e confiante. Do contra, acho que o começo do texto mostra. Não concordo, com o que meio mundo prega, com cada convencionalismo barato, com o que é melhor na política pra esta merdadepaís que amo e odeio com todas as minhas forças, com o rumo do gás da bolívia. Todas as aulas de história que sempre achei uma bosta, mas ajudava passar o tempo discutir, já que se duvidar sabia mais história do que aquela brisada da professora. Confiante?! É bom saber que eu engano bem. Poucos sabem que dentro de toda esta pose "eu posso, eu faço" mora alguém com muitos medos, "medo de amar, medo de voar, medo de fazer analise e perder a inspiração" pedaço de "carta dani" do cazuza que uso livremente pelo mundo.
Passou. E o vazio vai começando a preencher cada pedacinho de mim. O medo, vai mostrando a cara. E a certeza nenhuma de um amanhã cômodo me desespera. Me desespera não ter ninguém, nem que seja pra odiar.
Cansei de estar com um monte de gente e estar sozinha. Cansei. E como eu faço pra mudar?! Onde encontro alguém, que entenda todas as minhas necessidades. Que não reclame das merdas que faço. Que deite na grama comigo quando tudo começar a rodar, e puxe o papo que gostaria de ter.Onde está alguém pra me ajudar a segurar a onda?!
Amigos!? Vem e vão. Os meus poucos e bons, sentem parte do que tô sentindo. Compartilham o fim. Fim de ete, fim do colégio, fim do faz de conta, o inicio duma vida adulta que não tô pronta pra encarar.

Se tudo isto foi bom, se tudo isto valeu a pena, se eu aprendi muita coisa, se vi que podia falar sem que magoasse as pessoas sempre. Devo, a lika, melhor amiga eterna. Melhor amiga, melhor pessoa, a gente se completa que nem feijão com arroz, cara. Joselitas juntas, sempre em momentos de vida diferentes, sempre se entendendo. A única pessoa no mundo que nunca me irritou. Pode ter certeza, que minha casa vai estar sempre esperando você pra ver filmes bons ou ruins. E eu sempre estarei aqui pra ouvir todas as histórias possíveis, ou no seu caso impossíveis, com bofinho ou sem bofinho.Te amo.


ouvindo ~ the vines

ps: ahá, feliz pelo comentário inesperado e bom de ontem. Obrigada.

terça-feira, dezembro 05, 2006

SOBCONTROLE


Tô me sentindo sozinha e vazia. Vazia porque sempre estive cheia de medos, cheia de ponderações, cheia de achar que achariam algo, cheia de tentar passar pro universo que não ligava pra ele, quando na verdade ligava e ligava muito. Agora, que tudo que tentei aparentar é verdade, realmente não ligo para nada nem ninguém. Me sinto vazia. Saio por aí sem rumo, bebo, converso e não sei sobre o que falo. Não tá me mudando, não tá me acrescentando, só tá me dando alegria fingida e falsa. Aquela, da qual rimos sem saber porque.
Tá tudo infinitamente melhor do que esteve um dia. Mas, ainda não tá bom. Queria ser adotada pelo mundo, mas ele me renega com todas as forças. Me sinto como uma menina estúpida, no chão abraçada as pernas, tentando trazer tudo pra perto, tentando ficar perto de mim.
Esquecer o que passou é uma maneira de fugir da saudade. Apagar pessoas, é um jeito de anular dor. Pensar me dá raiva, me dá raiva não poder controlar o tempo. Já quis tanto que tudo corresse, mas agora queria calma.
Sabe de uma coisa?! Nada termina desta vez mal resolvido, voltarei ao 0 a 0. Com todo mundo, ou ao menos comigo. Talvez, esteja com o placar alterado com uma única pessoa. E é com ela que tudo volta ao 0 a 0, e pronto.
Tudo pareceu o fim do mundo, tudo foi sim o fim do mundo. O fim do mundo que eu criei. Agora, tá tudo mais cru, mais escancarado, mais verdadeiro, mais passional. Você tirou de mim uma coisa que acabaria perdendo mais cedo ou mais tarde, a confiança no ser humano. Somos todos uns merdas, sempre. Mesmo, quando temos roupas boas, gostos bons, educação boa, amigos bons. Sempre uns merdas, achando que controlamos o mundo, quando o que menos temos nesta vida é controle auto ou sobre.
Cadê o controle do universo!? Cadê o meu controle?! Cadê!? Como eu paro o tempo e começo a viver devagar. Quando a adolescência me dá trégua, e eu começo a pensar um pouco. Pensar nas conseqüências. Começo a ouvir meus amigos [lika~]. Chega de fazer certas coisas. E quem venham coisas novas, novidades sempre.

A nossa amizade não se resume em um prédio.
Quarteto eterno... Porque não tem explicação e é bom. Bom pracaralho, seus putos do meu coração!
Perfect's... Mesmo com o julgamento, vitima nunca fui. Os momentos bons ficarão na lembrança. luv... summer luv.

luv ya, guys!
LICENÇA

'Se você for tentar, vá até o fim'. Li isto perdido em algum lugar, é do Bukowski, do qual só li coisas perdidas por aí [aceito doações de livros]. E é mais ou menos aí que mora o meu medo, se eu entrar de cabeça neste lance de jornalismo, vou até o fim. Mas vou até o fim da onde eu pretendo chegar, não que eu saiba. Mas tenho aquela vaga idéia de paraíso.
Não sei nada ao certo e as vontades dissolvem-se em realidades bem vividas. Tenho sonhos, tantos e tão grandes que as vezes me pego andando por aí em corpo, porque a cabeça transita sem pedir licença.
Se alguém ai tiver uma certeza, que não seja uma convicção chula e vazia, me empresta?

quinta-feira, novembro 30, 2006

MOM, I'M TIRED.


O foda é quando você tem o mundo a seu favor e uma das poucas pessoas que te importam contra. Não é fácil viver por aí fingindo que a sua genitora não te importa. Que a opinião idiota e sempre errônea dela não importa. Ela ganhou um dom e perdeu o manual de instrução. E o pior é que a vejo se debatendo, tentando fazer as coisas certas e só conseguindo errar mais, e foder mais ainda esta relação de merda.
Ela diz que eu não sei o que quero. Não, eu não sei. Eu tenho 17 anos, pô. Como eu vou saber o que quero?! Se eu não sei quem eu sou. Se quem deveria ser meu modelo de conduto só serve pra mostrar tudo o que eu não quero. Não quero ser igual, não quero pensar tanto em grana e ser o ser humano mais infeliz e vazio que conheci. Não quero reclamar de tudo e todos. Não quero ser modelo aparente pra ninguém. Quero conhecer gente que goste de mim pelo que sou de verdade e não pela merda que aparento ser. Se liga mané, viver com mascaras impregnando o ser é fácil. Difícil é acreditar que somos sim, imperfeitos pra caralho.
I'm tired, babe. Fingir que tá tudo bem, quando o que eu mais queria é jogar na sua cara que você faz tudo errado sempre. Que eu não vejo a hora de sete se tornar um oito, e eu poder trabalhar em 10 empregos pra poder viver sozinha. De sair e não ter de dizer aonde vou, porque eu nunca sei pra onde vou. Eu saio e tento chegar em algum lugar que vivo procurando. Um lugar que me acalme e que tenha toda a porra do mundo impregnada. Porque eu sou muito menos santa do que você imagina. Porque eu sou mais puritana do que você diz. Porque eu sai de você, e você me conhece menos do que um passante no metrô. Passantes as vezes te olham nos olhos e vêem; mais do que você acha que enxerga.
I'm tired, babe. De falar, brigar, chorar, espernear por ajuda e você não enxergar. Você não conhece os meus sinais, não entende quando eu peço ajuda. Não viu todas as vezes que eu sofri por paixonitis agudas, porque eu vivo sofrendo por paixonitis. Não sabe que eu me apaixono e desapaixono, todo o tempo. Nunca vai saber que um gesto muda uma pessoa pra mim. Nunca, porque estas coisas não se dizem, percebem e você tá longe de conseguir isto.
I'm tired, babe. De você reclamar da música que eu ouço. Dos shows que eu vou. Dos amigos que tenho. Sem ao menos saber quem são... Não me venha com falso moralismo, não finja que se importa, não preciso mais disso. São poucos meses até o 7 virar 8. I'm tired, babe. De fingir que não me importo. Importo, importo sim e importo pra caralho.
I'm tired, babe. Mas eu não sou a bonequinha de luxo que você imagina, as suas farpas se transformam em muletas. E é assim que vou me apoiando nos obstáculos. É assim que tenho certeza maior ainda que é no mundo de modelos metidas a jornalistas que quero entrar. Não por você, porque confesso e peço desculpas JAMAIS pensei em você. Eu faço tudo errado sempre, tenho os melhores amigos, ouço as melhores músicas, uso os melhores clichês. Porque o mundo me ensinou. Mundo o qual pertenço, desde que tinha 14 anos e pude pegar ônibus sozinha. Já conheci tanta gente estranha, gente normal, boazinha. Gente como você sempre correndo, gente diferente de você que vivem numa tranqüilidade chata. Gente como eu, e são estes que me ajudam a transformar farpas em muletas.
I'm so tired, para desistir. O cansaço me ajuda a seguir em frente de cabeça erguida, porque eu sou orgulhosinha e isto eu puxei a você. Um dia, espero não daqui a muito tempo, te mostrar que sempre fui melhor do que você imaginou. E vou mais longe do que você pensa. Vou mais longe porque sempre andei com as minhas pernas. E ao contrário do que você pensa, o seu tratamento será vip, porque é assim que eu trato quem me fere, com presteza e amizade impar.
Agora, presta atenção. So, I'm tired, babe. Mom, i'm so tired.



ps: vou ficar um bom tempo até arrumar este blog. Blogspot complicadinho de merda.
Mas, este é paradeiro fixo. Logo, me cobrem tenho obrigação de ficar por aqui até ao menos metade do ano que vêm. Claritromicina.
ps2: o nome não tem explicação.
ps3: Miss pie, i miss you! ; )


ouvindo ~ chico buarque
DENTE DO CISO



Momento mais louco de vida. Nada de concreto acontecendo, mas tudo tá o melhor que poderia estar. Não saberia definir como esta, repito não há nada de concreto. Não ganhei na megasena, meu cabelo clama por uma progressiva, duas coisas "boas" quase aconteceram, quase passar na usp e a outra poucos sabem.
Putasacanagem, tudo ter que mudar quando tá tão bom. O fim se aproxima e as idéias vão se enrolando. O que será de tudo o ano que vem?! Quem continuará comigo!? Quem já, se perde no mundo?! Com quem vou alimentar um saudosismo chato, até que eu encha o saco e esqueça tudo. Quem vai ser minha pupila nostálgica?! Fim de estudar a merda toda que não serve para nada. Nunca mais, irei olhar uma cadeia carbônica, cadeia só se for com presos estranhos, loucos para dar, um furo de reportagem, e outras cositas mas que não me interessam. Nunca mais vou pensar na reprodução das plantas, reprodução só de formas mais interessantes. Putabesteira, aprender estas coisas.
Pára tudo. Vou aprender um monte de coisas legais, agora me diz aonde?! Escolhas que podem mudar tudo. Escolher a facú que vou estudar é se jogar no escuro. Gosto de gente, nem que seja para odiar. Onde eu acho os melhores tipinhos?! Onde estão as pessoas que querem cometer a loucura de fazer jornalismo no Brasil com este mercado lindamente servido de modelos, pelo mesmo propósito que eu, estão? Quem gosta das músicas que eu gosta?! Quem gosta do Brasil, mesmo com todos os problemas?! Quem ouve Chico e arrepia. Quem é você?! Quem sou eu!? E quem seremos, a partir de agora?! O agora chegou e eu tô perdida. Querendo grudar nas paredes da adolescência irresponsável e não largar mais.
Adolescência?! Em melhor fase, grau e tamanho. Juízo?! O mais perto disso foi o dente do ciso [by fee]. Alegria?! Pode ser só ilusão, mas ela tem estado comigo. Confusão?! Quer maneira mais divertida de levar esta putalouca vida.Este ano, quero as bebidas mais fortes. Os shows mais fodas. Os amigos que eu tenho e uma porção de novos. Algumas cositas que não pega bem colocar aqui. Logo, tudo que não pegar bem falar. Eu quero, muito, e pra ontem!

Miss pie! Só para raros.
PERIGO

Perdi completamente a noção do perigo. Entro em joguinhos sem saber as regras. Me coloco em perigo constante pelo gosto do experimento. Não aguento ver a repetição do ontem como se fosse novo. Passei da fase de negação. Não nego minhas vontades. Não nego o que quero. Não nego, que querer é pouco. Olho ao redor e vejo tudo tão igual, e procuro a peça que eu perdi. Onde foi parar o marasmo!?Onde foi parar a segurança. Onde se esconde o meu porto seguro. Você veio e mudou tudo. Deixou tudo mais divertido, perigoso, diferente.

PS: estou abandonando mais um blog.
www.amoramora.zip.net over!!

bem vindos ao claritromicina!
ESTE PARA SEMPRE, NUNCA ACABA!

Vivo com a certeza de que algum dia verei ela entrar pela porta como se jamais tivesse saído. Os natais voltarão a ser bom. Os aniversários serão completos. A minhas não idas ao cemitério, terão sido certeiras porque ela não estava ali. Ela estava viajando, sem tempo pra voltar. Ali está ela na porta, com uma bolsa do lado ainda magra, ainda sem cabelos, ainda pálida mas com a bolsa de quem veio ficar algum tempo.Ninguém entende o quanto vale a vida até alguém te pedir ela e você não poder dar. Alguém te olhar nos olhos desesperadamente pedindo algo que amenize a dor sem que você possa ajudar. Alguém que definhe aos poucos, que troca seus 55 kg por 35 e precise ser carregada nos braços pela escada.Até saber que seu pai quase morre no desespero de salvar a vida de quem não tem salvação longínqua. Deus? Ele existe? Existe pro futebol? Existe pra quem tem grana? Existe pra quem finge ser um monte de merda que não é? Pra quem finge? Pros hipócritas adinheirados?Cadê Ele nos hospitais? Cadê Ele nas ruas? Cadê ele na distribuição de renda? Cadê Ele?Foda-se seu ego, foda-se a busca desenfreada pela porra do dinheiro.Daria tudo, daria a minha futura carreira, daria o meu computador, celular, luxos e lixos por mais um sorriso dela. Mas não, a troca não é justa. Ela esta melhor do que eu. Longe desta merda sendo atirada no ventilador. Longe das dúvidas, das incertezas, da desigualdade, do sofrimento e da dor de ser aquilo que não é.Esteja onde estiver não precisa se moldar para viver num teatro de arena. Não precisa nadar contra a corrente para procurar um sonho que nem sabe se vale a pena.Ser jornalista um dia, vai ser para mim e vai ser o meu presente para ela.Tia, te amo para sempre. Porque este para sempre, nunca acaba.
EM QUE ESQUINA QUERER É PODER?

Queria falar para você tudo que se passa aqui. Não consigo, tenho medo de você não entender minhas palavras. E de botar tudo a perder para sempre, mesmo que o para sempre seja muito tempo. Não estou preparada para não te ter mais no meu rol de pensamentos. Você que entrou aqui tão de repente, impregnou como limo em paredes sujas de poços velhos e sem uso.Te dei o que não queria dar a ninguém. Te dei o que roubaram de mim, e o que jurei não dar a ninguém. Te dei sem querer, o que eu queria ter. Te dei e fiquei sem. Sem o meu e sem o seu.Deito ouvindo a música que me lembra você. Faço do meu travesseiro meu confidente e confesso a ele tudo que queria te dizer. Faço dos meus amigos meu público e saio por aí fazendo piada do que queria chorar.Já não choro mais, porque a vontade secou na última vez que eu quebrei a cara. Na última vez que dei o que não deveria dar a ninguém. Chorei tanto que já não consigo mais.Errei por excessos. Agora sinto errar por prender demais, prendo em mim as conversas que gostaria de ter. As palavras que gostaria de dizer. As vezes que gostaria de te olhar nos olhos. Não consigo te olhar nos olhos, sinto que eles falam mais do que eu quero que você saiba. Controlo minhas palavras, atitudes, gestos, mas o olhar não dá. Não dá para segurar a onda, não tá dando mais.E eu não vou solta-la. Vou parar na praia e olhar o mar. Até o dia que ache outro alguém que sente ao meu lado, segure minha mão e sem me olhar nos olhos diga tudo que eu preciso ouvir. Alguém que goste de tudo que eu gosto, mas não me deixe falar tanto. Alguém que tenha visto todos os filmes que vi e tantos outros que passará tardes intermináveis falando que eu deveria ver tanta coisa pela janela. Alguém que tenha lido tantos livros que saiba todos os clichês do mundo. Alguém que ache todos eles em mim, mas finja que eu sou única. Que minhas histórias são únicas. Que minhas verdades são únicas. Que meus vícios são únicos. Que meus medos são únicos. Agora, me segure pela mão. Me leve para fora e diga que tudo isto foi um começo bom, num momento errado. Que eu não fui nada pra você, fui menos do que você foi pra mim e só. Que cada palavra minha não soa piegas como o que escuto. Cada gesto sem jeito, foi o jeito de mostrar que estava aqui. E agora já não espero nada. Não espero você. Percebi que você não vem. Os homens já não me surpreendem mais. Queria ser louca, louca e puta. E boa. Queria ser boa, boa menina, boa moça, mulher boa. Queria ser louca, mas louca eu sou. Não, não sou. Sou confusa, e isto não é mérito. É desgosto. Sinto o gosto do desgosto de gostar de quem não gosta de mim. Queria ainda assim ser boa. O mundo é dos bons, e quem não é bom ainda assim tá no mundo. Mundo filhadaputa, mundo mudo. Sem você, sem grito, sem choro e sem vela. E eu sou chorona. Bixa e chorona. Queria o ontem. O mês passado. Queria a noite de amanhã só que um mês atrás. Queria um mês atrás. Queria voltar no tempo e não ter começado isto. E não ter visto você. E não ter ouvido nunca strokes, arctic monkeys, subways e esta merda toda que me aproximou de você. Ou que te aproximou de mim, porque eu ouvi esta merda toda antes. Antes porque eu já tinha amigos que tem bom gosto. Queria ser menos confusa e idiota. Queria ser louca e puta. Queria, em que esquina querer é poder?
0,1 PORCENTO

O que fazer quando você acha 99,9 da população mundial intragável. Quando o cigarro é intragável. Quando a bebida pedi um tempo pra pensar sozinha. Quando os amigos vão se indo e você ficando. Nunca sei quando é a hora de fazer alguma coisa. Saio por aí fazendo coisas, todo o tempo, estragando, construindo, acabando, começando vidas que teimo em não deixar em paz. Não me sinto a vontade com o mundo, ele me encabula eu encabulo ele e juntos cabulamos todas as aulas de adaptação. Fingir que sou alegre apaga minha tristeza. Ela existe, tá aqui guardada com vários restos, junto com o seu resto. Guardo com carinho os seus restos porque é chegada a hora de plantar coisas e lá se vai você adubar a terra, já que seus restos já não podem mais gerar frutos é como a merda, um bom adubo natural.Divido meus dias em remoer o passado e sonhar com o futuro. O agora vai como um dia que chega após o outro. Vou rindo das minhas desgraças. Me iludindo com pessoas que chegam e saem com a mesma facilidade, sem pedir licença.Confusa, vou levando meus dias entre pensamentos e ações impensadas. Entre amigos e colegas. Entre vida e morte. Tenho medo da vida de adulto. E ao mesmo tempo pressa em chegar ao conforto da idade. Ser feliz como quem bebe da mesma água todo dia e sabe que ela sempre estará ali, de maneira regrada. Votar, é um passo para vida adulta. Era daquelas crianças que iam votar com o pai desde pequenininha e ficava pensando quando seria minha vez. Me imaginava adulta, independente [desde criancinha], com um namorado bacana. Não sou adulta, voto e não tenho namorado. E a cada dia que passa e chega mais perto dos meus 18 anos percebo que as coisas não estão como esperava.Contudo, ainda acho 99,9% da população intragável.E os outros 0,1% são meus amigos. Tô bem servida. ; )
GATOS

Queria colocar a vida numa garrafa e beber tudo de uma vez. Ter alucinações dos excessos. Saborear o necessário. Colocar para fora o que de amargo tiver. O mar, como faz falta o mar. Ele me diz tanta coisa numa fala mansa e silenciosa. Olhar aquela imensidão que esconde tanta vida, me mostra que você tá escondido na garrafa que gostaria de beber. Queria saber seu nome. Descobrir seu endereço. Olhar seus olhos e ver que é neles que vou passar uma grande temporada de calmaria. Mesmo que grande para mim signifique dois dias, dois dias em que eu seria a mulher mais feliz do mundo. Um dia que seja. Algumas horas, horas onde seus braços me encobrem do mundo. Sua boca me dê verdades que duram só até o nascer do sol. Onde emprestam alegria de verdade? Brincar de ser feliz esconde a tristeza. Diminui o vazio e preenche lacunas. O buraco é tão grande que eu já não sei por quanto tempo o esparadrapo segura as pontas. Tenho medo de viver o hoje sem pensar no ontem sujo. Não consigo acreditar que tantas coisas boas aconteçam juntas só porque já é hora de acontecerem coisas boas. Vivo pensando e esperando o próximo buraco, como se tivesse vivendo milimetricamente num campo minado. São tantos sentimentos e idéias enroladas dispostos como novelos de lã numa caixinha de costura. O único problema é que os gatos estão por demais ocupados procurando ratos que não ajudam a desenrolar numa bagunçada descompassada os novelos.Sem gatos, sem linha, sem ajuda, sem a tua palavra, sem a tua história. Com a metade de mim que teima em acreditar que no fim tudo da certo, saio por aí desenrolando vida. Fazendo pequenas paradas para ilusão..Bem vinda a ilusão. De verdades inventadas é que é feita a vida.
CONFUSED... NOW OR NEVER? MAYBE, AFTER...


Sinto como quem bebeu tudo de uma vez. Quem engoliu o mundo e agora teima com uma indigestão, sem estomazil que dê jeito. Engoli possibilidades e fico agora a remoe-las, numa confusão mental que não há o que dê jeito. Não sei esperar, nunca soube. Vivo de uma imediatalismo chato. Pau o pedra. Vai ou racha. O MEU tempo. A MINHA vontade. Primeira pessoa. Não aprendi a dividir a vida. Nunca soube usar as palavras bem, feri quando não queria, acariciei quando queria punir, chorei quando queria sorrir, mas acima de tudo jamais calei quando quis calar.Queria sair por aí tatuando o mundo nas costas. Cravando em mim gostos, pessoas, palavras, viver de maneira passional, sentir o vento no rosto e quando virar não sentir falta de ninguém.Jamais beijarei alguém pensando em outro. O outro provavelmente não pensa em mim. Então, decidi beijaria pensando em quem tô beijando. Pensando no quanto ele não é você, babe. Mesmo que ele seja melhor e porque não? Mas ele não é você, babe. E quem diria que eu escreveria isto para você, babe? E deixaria você saber se lesse, porque o babe é seu, só seu ao menos por enquanto. Porque eu continuo não sendo de ninguém por muito tempo. O difícil já teve mais graça do que agora. A vontade de deixar que você venha até mim, se desvencilha num abraço que faz tudo parar, porque meu mundo pára quando eu estou nos teus braços, e quem diria babe? E quem diria que eu deixaria tudo acontecer tão rápido dentro de mim, sem saber o que acontece aí.Você soube de mim, antes que eu pudesse se quer dizer. A música nos ligou e para mim não existe elo maior. Ver o ipod, encontrar tom Jobim e Chico Buarque foi uma regalia que jamais pensei achar. Era mais do que só um mero cara, era o cara que ouve Chico, o cara que eu falei assim sem querer. E ainda mais sem querer, não soube me fazer esperar.Tava tudo tão bom. Que acho que já não dá pra voltar. Embora eu queria. Não sei lidar com as palavras e talvez pela primeira vez, deixe o silencio preencher este vazio. Confusa. Agora ou nunca? Talvez, depois. Quem sabe?Só uma coisa, o tempo agora é seu. Porque o meu sempre fica em palavras. Em textos que tiram a agonia. E lá se foi mais um.